Segundo o que blogue Offroad.web.pt publicou na semana passada, sob o título "Contestação sobe de tom", um grupo de pilotos que alinhou este ano, no Campeonato de Portugal de Offroad, enviou um email à FPAK, solicitando alterações ao Campeonato do próximo ano.


Esse grupo de Concorrentes, perfaz mais de 90 por cento dos que alinharam esta época, no referido Campeonato.
Primeiro, solicitam que o Campeonato do próximo ano, deixe de ser misto. Ou seja, deixe de ter provas em pistas de Autocross.
Depois, afirmam que, caso esta solicitação não seja aceite, estarão ausentes nas provas em pistas só de terra.
Por outro lado, também pedem que o nome do Campeonato, seja revisto e que, igualmente, seja recebida, pela federação, uma comissão de pilotos, com a finalidade de discutirem alguns pontos regulamentares, que querem ver alterados.
O Offroadportugal.org, falou com alguns desses pilotos, depois da publicação desta notícia. Em primeiro lugar, ficamos a saber que, até este data, ainda não houve qualquer resposta, por parte da FPAK.
Depois, quanto aos pontos que apresentaram, referiram-nos que se em 2012, ainda poderia haver alguma justificação, quanto à inclusão de jornadas em pistas só de terra, visto que só dois clubes com circuitos de Ralicross pediram a inclusão de provas no Campeonato. Assim não acontece quanto à próxima temporada. Há quatro clubes interessados em organizar provas de Ralicross, possivelmente até cinco, se considerarmos a jornada açoriana. Acresce que, no calendário já publicado pela FPAK, há um total de oito provas, em pistas mistas. Afirmam os pilotos com que falamos, que é um número mais do que suficiente.
Por outro lado, referem que a inclusão de provas só com pisos  de terra, não trouxe nada de novo, na época passada, pois não houve nenhum piloto que participasse no Campeonato de Offrroad, pela sua existência. Até pelo contrário.
Também referem que o nome de Campeonato de Offroad, é bem desajustado. Atualmente, esse nome está mais ligado a provas de jipes, do que a provas de Autocross e Ralicross.
Estas são as linhas mestras, da contestação. Mas agora, ainda há que adicionar o número de provas calendarizadas. Uma dezena, são mesmo provas a mais.
Sobre toda esta contestação, à qual pensamos que a federação voltará a fazer "orelhas moucas", talvez  que se a FPAK, nessas 10 jornadas, considerasse que cada piloto pontuasse somente em sete ou oito delas,  fosse uma forma de resolver, em parte, esta situação.
Também no Camião Racing, alguns pilotos com que conversámos, contestam a jornada numa pista de Autocross, que está no calendário.
Vamos aguardar, mas pelo que se tem passado nas últimas temporadas, dificilmente a FPAK mudará as diretrizes que já publicou.

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