Na temporada passada, a categoria que se começou a denominar Super Nacional, foi a que teve mais concorrentes. Foram 25 os pilotos que por ela passaram, tendo 11 deles sido classificados.

 

Para esta época, até poderia ser esperado um aumento de "clientes". Contudo, em Montalegre começamos a perceber que assim poderá não acontecer. E tudo, devido a um enorme aumento de custos.
Apesar de algumas novas regras, que a esmagadora maioria saudou - como a não marcação de pneus - virem a diminuírem os custos, outras, porém, fazem exatamente o  contrario. Poderá, feito o balanço, existir neste ano um elevado aumento das verbas necessárias, a uma possível participação.
Relembremos que as Super Nacional e Super Nacional 4wd, eram as antigas divisões da Taça.  Foram há vários anos concebidas de forma a terem custos mais baixos. Não eram tão abrangentes, quanto à obrigatoriedade de equipamentos e materiais com homologação. Assim continuou, no ano passado, quando foram "promovidas" a Campeonato. Permitiam que se participasse no Ralicross e no Autocross com custos mais reduzidos, mas sempre em segurança.
Este ano, além do novo grau da licença desportiva, que passou a ser a Nacional A, há mais uma série de requisitos, que vão aumentar, em muito, os custos.
Em Montalegre, até por vários dos pilotos classificados no topo da tabela desse Campeonato, foi-nos confessado que não deveriam alinhar no Ralicross, este ano. Outras "paragens", com custos muito mais reduzidos, e que não só no nosso país, poderá ser o caminho que vão seguir. Esperemos que não, pois esta época poderia vir a ser a mais participada dos últimos anos.

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