Entre os cinco clubes organizadores de provas de Off-Road, este ano, estão a haver algumas diferenças, percentualmente relevantes, quanto aos valores das taxas de inscrições nas provas.


Parece-nos que, com esse número de organizadores, seria perfeitamente possível chegar-se a um consenso, diminuindo as diferenças, ou até fazendo com que elas não existissem.
Para este ano, e quanto ao Kartcross, há 70 porcento de diferença entre a inscrição com menores custos e a que é mais cara. Uma percentagem importante.
Na primeira jornada, a de Mação, os valores oscilaram entre os 130 e os 150. Nos primeiros estava o Campeonato de Iniciação. Nos segundos, incluíam-se os outros Campeonatos. Isto, quanto ao que os Regulamentos da Prova indicavam, pois parece que houve um desconto, quanto ao Kartcross. Pagaram 120 euros de inscrição, segundo ouvimos, no Parque de Concorrentes.
Na próxima jornada, os valores indicados no regulamento, oscilam entre os 175 e os 130 euros. O primeiro, para o Kartcross e para os Super Car, Super 1600 e Super 2000. O segundo valor, o de 130 euros, aplicar-se-á ao Campeonato de Iniciação. Pelo meio, ficam as divisões Super Nacional, cuja inscrição é de 150 euros
Nas provas a realizar em Castelo Branco e Sever do Vouga, às categorias do Campeonato Nacional de Ralicross serão cobrados 150 euros de taxa de inscrição. Excetuando a Iniciação, que pagará 125 euros. Já quanto ao Kartcross, o valor será de 100 euros.
Faltará referimo-nos às provas de Montalegre, organizadas pelo CAVR. Segundo um dos seus responsáveis, Fernando Vaz, as inscrições até poderão vir a custar um pouco menos. Isto porque ainda não está totalmente definido o valor das suas taxas. Contudo, quanto à segunda jornada, poderá haver uma agradável surpresa. Mas mais, não nos é possível, ainda, referir.
Relativamente aos valores das taxas de inscrição, foi-nos referido por Bruno Vilela e por Paulo Tavares, da Escuderia Castelo Branco e do Vouga Sport Clube respetivamente, que no ano passado teria havido algumas conversas sobre os valores das inscrições. Isto, no sentido de não as aumentar e de se conseguirem valores aproximados em todas as provas. Já quanto ao Kartcross, o esforço relativamente ao decréscimo do valor das taxas, teve a ver com o facto da Federação ter baixado, e muito, o preço das licenças desportivas. Tentam assim, dar mais um passo na revitalização desta radical modalidade.
É verdade que, se para alguns pilotos este valores poderão contar pouco nos seus orçamentos, igualmente é verdade que, para vários outros, estas diferenças podem ser a diferença entre participar ou não.
Até porque o Ralicross e o Kartcross, continuam a ser as modalidades que, habitualmente, mais público chamam aos circuitos nacionais.

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