Na Iniciação, apareceram mais dois pilotos, nesta jornada lousadense. Um "repetente", Gonçalo Leite, e outro estreante, Pedro Pereira.
Quanto Gonçalo Leite, de quem já eram conhecidos os dotes de condução, não teve a sorte pelo seu lado. Pedro Pereira, foi uma agradável surpresa, na sua prova de estreia. Lutou sempre de igual com pilotos mais traquejados e só o motor a falhar, na final, o poderá ter impedido de melhor posição.
Uma jornada com alguns toques, pelo meio, que foram alvo de uns "puxões de orelhas", bem dados. Um, até ditou uma desclassificação. Certamente que, nas próximas jornadas isso não voltará a acontecer.
Haverá que referir a qualidade do todos os presentes, pois não erraremos ao afirmar que qualquer um dos pilotos poderá vencer.
Um aparte, terá de ser feito, a todas as organizações. Com jovens entre os 12 e os 15 anos, seria bonito que, os pódios, não fossem festejados com champanhe (leia-se espumante). Talvez uma bebida parecida, mas sem álcool.
Nas qualificações, houve três vencedores diferentes. Começou por Ivo Martins, passou a Pedro Pereira e terminou com José Eduardo Rodrigues. Gonçalo Leite, com problemas de caixa de velocidades, não passou dos treinos.
Na final, a vitória continuou a ser muito disputada. Sorriu a Ivo Martins, com José Eduardo Rodrigues a terminar colado à sua traseira.
Já Pedro Pereira, que brilhou na sua estreia, não teve um motor "colaborante". Falhava e impediu-o de lutar pela vitória.
Correndo o risco de nos repetirmos, mas como é verdade, temos de o afirmar. Mesmo só com quatro pilotos, emoção não faltou dentro e fora da pista. No Ralicross, a quantidade de pilotos em pista, não é sinónimo de bom espetáculo.
Ivo Martins
José Eduardo Rodrigues
Pedro Pereira
Pódio-Ivo Martins, José Eduardo Rodrigues e Pedro Pereira, com Jorge Simão






