Depois de ter pilotado os quatro veículos de Off-Road, que lhe foram colocados à disposição no Circuito da Atalhada, e questionado se gostaria de voltar a experimentar carros de Off-Road, Pedro Matos respondeu de imediato: - "Amanhã!".


Passava um pouco das nove horas e 30 minutos, quando chegámos ao Circuito da Atalhada. Não fomos os primeiros, mas também ficamos longe de sermos os últimos. No circuito, já se encontravam os homens da Extra-Motion, os donos do bonito traçado de Penacova, que juntamente connosco e com os pilotos convidados, iriam proporcionar mais uma experiência de Off-Road, a Pedro Matos Chaves.
Pouco depois, já no excelente Parque de Concorrentes da Atalhada, estavam as quatro equipas, que se dispuseram a ceder os carros. Também por essa altura, chegava Pedro Matos Chaves, sempre com a boa disposição e a simpatia que lhe são reconhecidas.


Depois das apresentações e de lhe terem sido mostradas as atuais infraestruturas de apoio à pista, foi a altura de começarem a serem preparadas as máquinas.
Tudo começou com o Renault Twingo de Pedro Almeida. Posição de condução ajustada, algumas explicações sobre o funcionamento do carro francês e, com Pedro Almeida ao lado, começaram as voltas de teste. Começaram em crescente.
Primeiro, houve que conhecer o traçado e o carro. Depois, foi o aumentar de ritmo, em cada volta.
Cá fora, ouviam-se palavras de agrado. Palavras vindas de membros das equipas, do público que não quis deixar de estar presente e de alguns membros da comunicação social.
Também Pedro Matos Chaves, deu a sua opinião, ao sair do Twingo. "O traçado é muito bonito e dá muito gozo na condução. Estou a gostar". Depois, falou um pouco do Twingo. "Tem um chassis muito bom, como é normal nos Renault. É muito agradável de conduzir, mas falta-lhe um pouco de motor. Mais uns cavalos e será uma boa máquina". Mário Almeida, o Pai de Pedro Almeida, referiu que o carro tinha sido adquirido há pouco e que, para o ano, o motor iria sofrer alguns melhoramentos, com vista ao Campeonato de Ralicross.


O segundo carro, já era um "conhecido" de "Petó" Matos Chaves, pois já o experimentara em Sever do Vouga, há uns meses atrás.
Tudo a postos, entrada em pista e um regalo para os olhos de todos os presentes, a forma como Matos Chaves pilotava o Clio. Pena que não durasse o dia todo.
"Já tinha conduzido o Clio. Mesmo assim, não deixa de me surpreender e agradar. Tem um excelente motor e dá um gozo incrível, na sua condução. Já é um verdadeiro carro de Ralicross", referiu o ex-piloto de Fórmula 1.
O Renault Clio, disponibilizado pelo francês Dany Moreau, e com assistência da DriveTech/Da Luz Portugal, demonstrou já ser um carro fiável e bem competitivo. Nas muitas voltas que deu ao circuito, e não só conduzido por Matos Chaves, só houve que lhe meter gasolina. Alguns problemas do início da temporada, já estão completamente resolvidos.


Estava previsto para essa altura um intervalo para almoço, mas este seria adiado, a pedido de Pedro Chaves. "Vamos continuar, pois estou a gostar muito. Paramos depois de ter experimentado tudo".
E foi então a vez, do Semog ER, da Energia Racing, a equipa de Pedro Rosário. Era um tipo de carro, que Chaves já tinha ensaiado.
Entrada em pista, mais várias voltas ao traçado e com Matos Chaves a, novamente, gostar da experiência. "Acho que o carro necessitava de outro tipo de afinações, para esta pisto. Está um pouco duro de suspensão. Poderia ser melhorado, seguramente". Palavras de Matos Chaves, com Pedro Rosário a explicar o porquê da situação. "O kartcross está com especificações para asfalto e não para terra. Está como acabou a prova de Lousada, pelo que é verdade que necessitava de outras afinações, para esta pista, para ficar mais eficaz, em terra".


Faltava o Super Buggy. Um tipo de carro que nunca tinha sido conduzido, pelo piloto do Porto. Matos Chaves entrou para o carro, mas este não estava com a bacquet na posição ideal. Umas alterações, mas sem que tudo ficasse a 100 por cento.
Mais uma boa série de voltas ao traçado e mais uma experiência que, seguramente, Pedro Chaves não vai esquecer. "Gostei muito de conduzir este Super Buggy. É um carro muito interessante para a terra, mas para tirar o máximo partido dele, teria que estar bem sentado. Mesmo assim, já deu para ver do que ele é capaz".


Sobre mais esta experiência, Matos Chaves afirmou-nos que gostou, muito mesmo, e que espera que em breve, lhe venhamos a endereçar mais convites. Certamente ele vai aceitar. No ar, ficou a ideia que, o ex-Campeão Nacional de Ralis, até gostaria de fazer uma época de Ralicross, pois já é um "amante" da modalidade.
Seguiu-se um intervalo para almoço, com o repasto a ser oferecido pela Extra-Motion. E, mais uma vez, estiveram de parabéns. Foi servido leitão. Leitão excelentemente confecionado, que deixa muito atrás de si, quanto a nós, aqueles que comemos na zona onde ele é mais famoso.
Depois, mais algumas voltas ao circuito, desta vez com Pedro Matos Chaves como espectador.
Algumas estreias, ao volante do Super Buggy e do Kartcross, com um de cada vez, no traçado. Entre eles, o autor desta linhas. O Toniauto TNTT e Luís Santos e o Semog ER, da Energia Racing, foram os nossos escolhidos. Até porque são dos mais rápidos em pista (claro que não conduzidos por nós).


De realçar as condições oferecidas pelo Circuito da Atalhada, e pela Extra-Motion, para esta experiência, para estes testes. Nada faltou, pois até uma ambulância esteve presente, não fosse o "diabo tecê-las".
No final, só se ouviam palavras de agrado, por tudo o que se passou.
Quanto ao Circuito da Atalhada, nome da serra de Penacova onde está situado, continua a mostrar a sua excelência. Virado tanto para a competição, até na sua vertente de testes e ensaios, como para o lazer, rapidamente virá a ser "ex-libris" daquela região do centro de Portugal.

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