O Ralicross de Mação foi palco de alguns acidentes. Três deles com capotanços e com os carros a ficarem muito maltratados.


Nas corridas de qualificação, das divisões Super 1600/2000, três concorrentes colocaram os carros de rodas para o ar. Pedro Ribeiro, no sábado. E no domingo, Tiago Alexandre e Hugo Lopes.
Tiago Alexandre, um pouco desmotivado pela falta de pilotos na sua categoria, optou por não correr mais. O que aconteceu na prova anterior, quando os regulamentos obrigaram a que carros inscritos na Super 2000, tivessem de passar para a Super Nacional, "deixou" Alexandre sozinho. Segundo o piloto nos referiu, poderá não continuar a correr, esta época.
Quanto a Hugo Lopes, um para-brisas cheio de lama, impediu a visibilidade, um toque na barreira foi inevitável, o que levou a capotar. Aconteceu na qualificação da manhã de domingo. A sua equipa, a AMSport,  recuperou rapidamente o carro, para a corrida da tarde.
Forte, mesmo forte, foi o capotanço de Pedro Ribeiro, com o Peugeot 206. O carro ficou cheio de "mazelas" e muito maltratado. Até com uma roda e a suspensão arrancadas. Poucos esperavam que corre-se no dia seguinte.
Mas correu. A Da Luz Portugal, também mostrando o seu profissionalismo, numa noite de muito e árduo trabalho, não deixou que o seu piloto desistisse. Conseguiram o que muito não acreditavam. Recuperaram o 206 e, na manhã de domingo, só faltava um motor do limpa para-brisas, para que Pedro Ribeiro pudesse correr. Mas também isso foi resolvido.

Citroën Saxo de Hugo Lopes

Peugeot 206 de Pedro Ribeiro

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