No 38º. Ralicross Sever do Vouga, houve mais uma estreia. Desta vez nos Super Car, classe 2, estreou-se Mário Teixeira, com um Mitsubishi Lancer.

 

 

 

O piloto de Penafiel, veio dos Ralis, modalidade que, também, muito lhe agrada. Contudo, tem inconvenientes. “Os Ralis ‘roubam’ muito tempo, à minha vida profissional. Não são só os dias das provas, mas também todo o tempo que se gasta em reconhecimentos. Além disso, os custos são mais elevados”, confessou Mário Teixeira.
Depois, referiu-se ao Ralicross. “Gostei desta estreia. Vou continuar na modalidade, embora talvez não me seja possível ir à próxima jornada, a de Mação, por motivos profissionais. No Ralicross gasta-se menos tempo, a diversão igualmente existe, e adapta-se mais à minha vida. São dois dias de prova, mas em que se está muito mais tempo com os amigos e a família”, concluiu Mário Teixeira.
Na verdade, a sua esteia não deslustrou, na classe 2, dos Super Car. Foi segundo à geral, primeiro da sua classe, após as quatro corridas de qualificação. Já na final, um problema mecânico, obrigou-o a parar no decorrer da segunda volta.
Para esta temporada, Mário Teixeira fez um especial agradecimento a MSD – Motorsport, Support & Development.
Esperemos que a sua vida profissional permita vê-lo em Mação, numa prova em que os Super Car prometem mais concorrentes, pois esperam-se dois regressos. Os de Dany Moreau e Daniel Costa.

O Mitsubishi Lancer de Mário Teixeira

Mário Teixeira na cerimónia de entrega de prémios

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