Olinda Pereira, mãe de Patrícia Pereira e esposa de Ademar Pereira. Patrícia já é uma “habitué” nas nossas pistas. Compete na Super Nacional, enquanto o seu Pai disputa os Super Car.

Olinda Pereira não demonstra grande nervosismo. Pelo menos, assim ocorria na hora em que conversamos com ela. Mas, tal aconteceu na altura das verificações técnicas, por isso ainda era um pouco cedo para estar nervosa. Temos que considerar que Olinda já tem algum “treino” neste sofrimento.
Quanto à logística, necessária para todo o fim de semana, Olinda Pereira afirma que não é complicado. “Já sei como tudo funciona. Organizar tudo é quase automático. Nunca me esqueço dos ‘miminhos para as minhas filhas e para o meu marido. Só não gosto de chegar antes do resto da equipa. Nessa altura tenho que ser eu a dar instruções para descarregar o carro de corridas. Fico sempre nervosa. O espaço é pouco e tenho medo que o carro acabe por cair.”
Quanto ao nervosismo por ver as corridas, Olinda Pereira diz que não sofre muito. “Estou habituada a ver o meu marido andar a acelerar. Lá na empresa vai muitas vezes experimentar os carros num terreno lá perto. Já não fico nervosa.”
As coisas mudam um pouco quando se trata de Patrícia. “Já me começo a habituar-me a ver a minha filha correr.” Afirmou. “Claro que fico nervosa, mas não tanto como nas primeiras provas. Com o tempo tenho vindo a acalmar-me. A Patricia gosta de correr, participa aqui e em alguns ralis, mas nada posso fazer a não ser acalmar-me e esperar que tudo corra pelo melhor.”.
Na primeira prova em que participou, Patrícia Pereira ostentava no vidro traseiro a frase “Aguenta o coração, Mãe…”. Parece-nos que Olinda conseguiu cumprir.

Ademar, Olinda e Patrícia Pereira (esq p/dir)

 

A jovem Patrícia Pereira em corrida

 

Ademar Pereira em corrida

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