Depois de uma época com alguns azares, Sérgio Dias, terminou a temporada em alta, ao vencer a primeira edição da Taça de Portugal, na Super Nacional.
Fica em Lousada a Taça de Portugal de Ralicross, na categoria Super Nacional, pois a vitória pertenceu ao lousadense Sérgio Dias, que foi o primeiro a cortar a meta, findas as sete voltas da final. Uma categoria que teve três ausências, mas, mesmo assim, conseguiu 16 participantes.
Nos treinos, o melhor crono foi de Nuno Araújo, o único a rodar no segundo 42. Contudo, entre Araújo e Luís Moreira, o sexto classificado, a diferença era inferior a 9 décimos de segundo. Bem competitiva, esta categoria. Classificação treinos.
Terminadas as três corridas de qualificação, Luís Moreira tinha duas vitórias e Luís Morais uma. Era este o primeiro classificado. Seguiam-se João Oliveira, Luís Moreira, Nuno Araújo, José Eduardo Queirós, Sérgio Dias, os irmãos Américo Sousa e Agostinho Sousa, dois regressados, José Sousa, Daniel Pacheco, Hugo Santos, Daniel Sousa, Patrícia Pereira, Fernando Silva, Vera Cardoso e Fábio Silva. Todos os apurados para as meias-finais. Nelas, não participariam Fernando Silva e Fábio Silva. Classificação após corridas
Na meia-final A, a bandeira de xadrez é mostrada na volta seis, quando deveria tê-lo sido na sétima passagem pela meta.
Uma situação que viria a gerar alguma controvérsia, até pelas passagens na Joker, mas que estava prevista no regulamento. Embora, quanto a nós, mal prevista. O regulamento é igual ao caso de se tratar de uma final. Acontece que, há duas meias-finais e são as classificações nelas conseguidas que ditam o apuramento para a final, mas com os tempos de cada um a servirem de desempate. Assim, se o engano na amostragem da bandeira de xadrez fosse na meia-final B, esta teria de ser repetida. O mesmo, quanto a nós, deveria acontecer com a A, tal como se faz nas corridas de qualificação. Mas assim não aconteceu, optou-se por reduzir as voltas da B e houve pilotos que se consideraram prejudicados. E até o podem ter sido.
Luís Moreira foi considerado o vencedor da meia-final A, seguido de José Sousa, Américo Sousa e Luís Morais. Eram os quatro apurados. Classificação final A
Na meia-final B, que foi reduzida em duas voltas, João Oliveira foi o mais rápido, seguido de Sérgio Dias, Agostinho Sousa e Daniel Pacheco. Classificação final B
Eram estes os oito pilotos que alinhariam na final, com a pole a pertencer a Luís Moreira, que escolhe o lugar do meio, para partir.
Partida para a final, com João Oliveira a ficar na liderança inicial e Luís Moreira a perder várias posições, num piso muito escorregadio e difícil para o seu tração traseira.
Primeira volta com João Oliveira na frente, seguido de Américo Sousa, Luís Moreira e Daniel Pacheco. Depois, já com a Joker feita, passam Sérgio Dias, Agostinho Sousa, José Sousa e Luís Morais.
Segunda volta com Oliveira na frente. Pela Joker passam Luís Moreira e Daniel Pacheco, que trocam posições. Nessa volta, Sérgio Dias já se encontra em segundo e com o líder a ainda ter de passar pela Joker. Em terceiro, já se encontra Agostinho Sousa, seguido de Américo Sousa e José Sousa.
Mais uma volta e João Oliveira não cumpre a Joker. Entretanto, num piso muito difícil, Luís Moreira passa em último. As restantes posições mantêm-se.
Na volta seguinte, João Oliveira percorre o percurso alternativo. Todos esperam que saia de lá, para se saber quem ficaria na frente. Oliveira sai da Joker como líder, mas de imediato é passado por Sérgio Dias. Este fica na liderança e ganha a Taça de Portugal, na categoria Super Nacional. João Oliveira é segundo, com José Sousa, o piloto nesta categoria com mais épocas de Ralicross, a terminar na terceira posição.
Classificam-se depois, Agostinho Sousa, Luís Morais, que recuperou até à quinta posição, Daniel Pacheco e Luís Moreira. Américo Sousa, foi oitavo, a uma volta do vencedor.
Classificação final.
Uma Taça bem entregue, mas com uma final que ainda poderia ter sido mais bem disputada, pois fora dela ficaram candidatos a vencer.
Sérgio Dias

João Oliveira

José Sousa

Pódio – Sérgio Dias, João Oliveira e José Sousa (esqª/dirª)




