Chama-se Sérgio Dias e a sua grande paixão, no desporto automóvel, chama-se Ralicross.

 

 

 


É de Lousada, iniciou-se no Nacional de Ralicross esta temporada, com um Citroën Saxo e, a culminar a época, venceu a Taça Nacional de Ralicross na categoria Super Nacional. Um resultado que ficará para a história, visto ser a primeira edição, desta iniciativa da FPAK.
Talvez o local onde nasceu, seja o principal “culpado” do seu gosto pelo desporto automóvel. Até porque o “bichinho”, apareceu muito cedo. “Desde os meus oito anos, que não falho uma prova de Ralicross, aqui no Eurocircuito de Lousada. Além disso, desde sempre sonhei em participar numa prova desta modalidade”. Um sonho que já se materializou.
Desporto automóvel. Corridas, adrenalina, talvez por isso e por mais, a escolha tenha recaído no Ralicross. “Sempre gostei de carros rápidos e sempre gostei de conduzir nos dois tipos de piso – asfalto e terra – em que as provas de Ralicross se realizam. Por isso, a minha escolha”.
Uma escolha que se iniciou há duas temporadas, numa “corrida do Troféu Norte, em Lousada. Iniciei-me ao volante de um Fiat Punto”.
Num ligeiro intervalo, nesta nossa entrevista, ficamos a conhecer outra faceta, de Sérgio Dias. Esta, sem motores. “Pratico atletismo amador, tanto para perder peso, como para manter a forma”.
De seguida, regressamos aos automóveis. Despois deste ano em que competiu no Campeonato Nacional de Ralicross, Sérgio Dias continua com a mesma paixão, que o levou a correr nesta modalidade. “É uma disciplina espetacular. Uma disciplina cheia de adrenalina, na qual quero continuar a aprender para ser ainda mais feliz, nesta modalidade”.
A amena cavaqueira, que estávamos a manter, recaiu sobre esta temporada. “Começou bem, com um espetacular segundo lugar em Lousada, mas depois foram acontecendo vários azares, com o carro. Avarias sucessivas que, inclusivamente, provocaram um acidente em Mação. Depois, foi o motor que se partiu em Montalegre. Enfim, alguns azares que culminaram com o brutal acidente em Montalegre 2”. Um acidente espetacular, felizmente sem consequências graves para o piloto.
Em final de temporada, uma grande vitória. A nossa questão, era se tinha havido alguma tática especial. “Sem dúvida”, começou por afirmar Sérgio Dias, que de seguida completou. “Era a última carta que tinha para jogar, para terminar a época em grande. Quanto a estratégia, ela passou pela muita, mesmo muita, concentração nas corridas de qualificação e, depois, arriscar na final”. Uma estratégia que resultou, como o prova, inequivocamente, a vitória conquistada.
Uma vitória que despoletou vários sentimentos. “Senti uma enorme felicidade, muito orgulho e a certeza que quero vencer mais vezes. Quero mais vitórias”.
Estas, as vitórias, fazem parte dos planos para ao futuro. “Gostava de ser Campeão Nacional, na Super Nacional e, depois passar para a Super 1600. São os meus planos para o futuro”.
Em fase final, referiu os patrocinadores com que conta. “Os meus apoios são a Niceastro - Construção Civil e Obras Públicas, e a Sérgio F. Dias – Transportes Internacionais.
E estava terminada esta nossa conversa com Sérgio Dias, um piloto que, em pouco tempo, já conquistou um lugar na história do Ralicross nacional.

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