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Na jornada da Taça de Portugal de Ralicross, realizada em outubro no Eurocircuito de Lousada, um jovem piloto estreou-se na Iniciação.


Chama-se Pedro Domingos, é filho de um ex-praticante de automobilismo e veio do Algarve, mais propriamente de Faro, estrear-se em Lousada. Uma estreia em condições difíceis, pela chuva que a espaços caiu, mas em que o Pedro deu nas vistas, pois o jovem demonstrou bons dotes de condução. A estreia aconteceu com um Toyota Starlet de Olavo Ribeiro, Da Luz Portugal, um preparador que "tem" vários títulos na Iniciação. E foi com Pedro Domingos, que tivemos esta pequena conversa.
A primeira questão, prendeu-se sobre o “bichinho” dos automóveis.
“Desde muito pequeno que ia assistir a Ralis com o meu pai, que também tinha competido na modalidade. Era uma enorme satisfação quando via os carros, passarem por mim, àquela velocidade e ouvia o som dos seus motores”. Um pequeno intervalo, e o jovem Pedro concluiu. “Aos quatro anos de idade tive o meu primeiro karting e foi aí que tudo começou. Todos os domingos ia dar uma voltinha numa pista, perto de minha casa, e cada vez me fui interessando mais por este desporto”.
De seguida, a conversa com Pedro Domingos, virou-se para a estreia na competição. “A minha estreia na competição foi em uma das provas do campeonato Rotax em Santo André. Lembro-me de a minha classificação não ter sido a melhor, mas a minha satisfação era tão grande, ao entrar dentro daquele kart, que parecia que ia fazer uma prova do Campeonato do Mundo”, confessou Pedro Domingos, ao OffRoad Porutgal.
Nova questão, com a conversa a tomar o rumo do Ralicross. O porquê, da estreia, nesta radical modalidade.
“Eu competi durante três anos no Campeonato Nacional de Karting e foi uma época da minha vida que me marcou muito, mas devidos a compromissos escolares fui obrigado a abandonar, com muita pena minha, em 2013. Este ano, e depois de muita insistência minha, o meu pai decidiu oferecer-me esta prova de Ralicross, porque, desde pequeno, o meu sonho sempre foram os carros e agora poder tornar esse sonho realidade, sentar-me ao volante de um verdadeiro carro de corridas, para mim foi, e é, uma sensação espetacular”.

Gostei muito desta estreia no Ralicross
Dos karts, sem caixa de velocidades, deverá ter sido necessária uma certa habituação. Como correu, essa habituação à caixa de velocidades e à embraiagem, foi o novo tema.
“Considero que a habituação à caixa de velocidades e à embraiagem, tenha corrido bem, pois de vez em quando o meu pai deixava-me dar umas ‘voltinhas’ no carro dele. Por isso, não se tornou muito difícil esta habituação”.
Pedro Domingos, de seguida, confessou ter gostado muita do Ralicross. E por vários motivos. “Sobre o Ralicross, acho que esta é uma disciplina muito interessante, mas também gostaria que a categoria tivesse mais pilotos. Contudo, mesmo assim, é muito competitiva. Também gosto, porque no Ralicross, ao contrário de em várias outras disciplinas, podemos estar em contacto direto com os outros pilotos e isso e uma das coisas que me leva a gostar ainda mais desta modalidade. Também o facto de podermos estar em contacto com o alcatrão e com a terra na mesma pista, é também uma das coisas que me faz gostar tanto do Ralicross”.
Falámos de Ralicross, o que nos levou a esta jornada de Lousada. Uma jornada numa pista mítica, ou não fosse no Eurocircuito da Costilha.
E Pedro Domingos, gostou. “Sim, gostei muito da prova de Lousada e também gostei muto da pista. É uma pista técnica com vários ‘truques’. E também gostei imenso do convívio com a equipa e com os outros pilotos. Foi um fim de semana em grande”.
Ralicross ou karting, havia que saber qual das duas modalidades fazia, agora, a preferência do jovem algarvio. “Prefiro de longe o Ralicross, principalmente por poder conduzir um carro. Também gosto mais do ambiente do Ralicross, pois existe mais união entre as pessoas e as equipas. É um desporto espetacular e muito agradável”.
Apoios, necessitam-se. “No futuro gostaria de poder participar na próxima época do Campeonato Nacional de Ralicross, mas isso também vai depender em parte das entidades que me possam patrocinar”. Esperemos que apareçam, os patrocínios necessários, pois por tudo o que vimos, e não só a sua condução, é um piloto que fará falta à modalidade.

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