Depois de um mês de hospital, de uma operação complicada pelo meio, foi extremamente gratificante e emotivo ter conseguido estar presente no Ralicross de Lousada.
Infelizmente com um veículo descapotável, sem homologação, sem pneus de chuva e que funcionava à força de braços. Ou à força de alguma santa alma, que me desse um empurrãozito, que me levasse a qualquer lugar do “paddock” ou a qualquer outra zona do circuito. Normalmente, isso acontecia com a minha mulher ou o meu puto.

Foi emotivo, e muito gratificante, encontrar amigos e conhecidos. Conversar e receber muitas palavras de animo. Em nada, quanto a tudo isso, estou arrependido. Pelo contrário, só fez bem e deu força para continuar.
O pior, foi o cansaço, muitas horas depois, quando no final dos dois dias, cheguei a casa. Esse cansaço, que vai desaparecer rápido, motivou a que as notícias sobre o Ralicross de Lousada, sejam bem mais pequenas do que o usual. Público, pilotos e organização, bem mereciam mais. Mas estar deitado numa cama, a escrever, não é nada fácil. A todos, as minhas desculpas.
A todos os que possam estar preocupados, informo que esta é uma situação provisória e que ainda durante esta época estarei no ralicross sem veiculo. Até lá resta continuar a recuperar e ter paciência.
Também a todos, os meus sinceros agradecimentos, do fundo do coração, por todas as palavras de animo que me dirigiram e me dirigem. São elas que, todos os dias, me dão força e vontade para continuar. Bem hajam.
Rodrigo Vasconcelos

Vitor Sousa, Rodrigo Vasconcelos e António Faria (esq. p/ dir.)

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