Nas 24 Horas de TT, deparamo-nos com Francisco Fidalgo, o novo diretor da FPAK para o Ralicross/Kartcross e também para o Todo o Terreno.

 

 


Foi com Francisco Fidalgo, o atual diretor da Federação para o Ralicross, que o OffRoad Portugal, teve uma pequena conversa. Uma conversa, quanto ao que poderão ser as referidas modalidades, na temporada de 2018.
Francisco Fidalgo é um nome bem conhecido, há muitos anos ligados ao desporto automóvel. Este ano, na direção da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, presidida por “Ni” Amorim, foi-lhe dado o pelouro do Ralicross, Kartcross e Super Buggy.
No início da nossa conversa, o novo homem forte para as modalidades do Off-Road, começou por nos afirmar. “Estamos a fazer um esforço para colocar cá fora os novos regulamentos, o mais rapidamente possível. Como se sabe, a tomada posse desta nova Direção, só aconteceu em julho. Depois, foi um mês só para nos adaptamos e tentar conhecer o que estava em andamento, o que limitou o nosso trabalho. Contudo, terei de sublinhar que já formamos uma Comissão para o Ralicross e Kartcross e que esta já está a trabalhar”, referiu. Um intervalo e continuou. “Para esta comissão, convidamos pessoas interessadas e conhecedoras das modalidades, que nos ajudassem no que se refere aos regulamentos para a próxima temporada. E assim já está a acontecer”.
Aliás, já aconteceu no Kartcross e nos Super Buggy, no que se refere à Taça de Portugal. “Aí já foram ensaiadas algumas novas regras, propostas pela Comissão. Foi o caso da Joker lap e do número de pilotos com acesso às finais. São duas situações que resultaram e que deverão existir nos regulamentos da próxima época. Ainda há mais em discussão, tanto no que toca à parte desportiva, como à segurança e à parte técnica”.
A nossa questão seguinte, virou-se para o Ralicross. Nada houve de novo na Taça. Será que tudo vai ficar na mesma? Francisco Fidalgo, acha que não. “Há várias alterações que estão a ser estudadas. Uma delas prende-se com a existência de quatro corridas de qualificação. Era para se experimentar em Sever do Vouga, na Taça, mas o facto de haver a mudança da hora, de Verão para Inverno, levou a que assim não acontecesse. Além disso, há outras propostas que estão a ser consideradas, como a criação de uma nova categoria, por exemplo. São tudo situações, mais ou menos pontuais, que todos esperamos venham a tornar o Ralicross ainda mais espetacular e competitivo”.
Vindo de outras áreas do desporto automóvel, a nossa questão seguinte, foi quanto ao que Fidalgo pensava das modalidades que agora dirige. “Cheguei há pouco as estas modalidades, mas gostei de muito do que vi. Contudo, tenho consciência que ainda estou a aprender. Mas sei que são competitivas, chamam muito público às pistas e são das modalidades onde mais se vivem as emoções. Além de tudo isso, igualmente possuem um enorme potencial de crescimento. Tudo vamos fazer para que se desenvolvam ainda mais. Para isso contamos que todos os envolvidos contribuam para este crescimento e possam levar a modalidade muito longe”.
Em final de conversa, e agora falamos nós, apercebemo-nos que os calendários estarão prestes a serem conhecidos e que o mesmo deverá acontecer com os novos regulamentos. Estes, pelo menos, no que refere às novas regras para o próximo ano.
Nada mau, se pensarmos que nos últimos anos, isso acontecia mesmo junto à data da primeira prova.
Seguramente, vamos ter um excelente ano de Ralicross, Kartcross e Super Buggy.

Francisco Fidalgo

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