Esta temporada vamos ter mais uma estreia no Kartcross. É uma estreia absoluta e vontade de competir, é coisa que não falta ao nosso entrevistado.

 


Foi no Ferrara Plaza, na mostra de carros do PTRX, que tivemos uma conversa informal, com Fábio Machado, o piloto de que estamos a falar.
E, primeiro de tudo, foi ele quem se apresentou. “Tenho 31 anos, sou gestor numa empresa de produção de mobiliário e, nos tempos livres, que não são muitos, gosto de me manter ativo e aprofundar diversas áreas de conhecimento, fora da minha formação”.
De seguida, o tema passou para a competição. “O Kartcross surgiu pelo interesse na mecânica e pela curiosidade de descobrir os automóveis. Algo natural que ‘nasce’ connosco. Nunca tinha tido oportunidade de ter um protejo que me permitisse estudar a mecânica, construir, testar, afinar e sobretudo usufruir da adrenalina de condução”. Pois é. Parece que tudo isso, está a acontecer agora.
Muito já explicado, quanto à competição automóvel, mas Fábio Machado ainda não referiu o porquê do Kartcross. “Após pesquisar, ler muito e falar com diversas pessoas surgiu um amigo do passado, do radio modelismo TT, o Jorge Gonzaga. Juntamos o útil ao agradável, pois era um amigo experimentado na competição, com o mesmo objetivo de desfrutar da mecânica, do conhecimento e da adrenalina. A partir de aí, o projeto foi dirigido ao Kartcross”.
Com um professor, Jorge Gonzaga, o “Joca” para os amigos, que é Vice-Campeão de Kartcross, as “coisas” poderão ter ficado menos complicadas. “Escolher a máquina foi o mais fácil. Um carro montado irrepreensivelmente pelo ‘Joca’ que mostrou ao longo da época muita fiabilidade e andamento e que, com muito mérito, se sagrou Vice-Campeão nacional”.
Kartcross escolhido e adquirido, houve que continuar com o projeto. “Depois, a análise das necessidades para competir, ao nível do Campeonato Nacional. Toda a logística necessária, para ter uma estrutura que permita ter soluções em cada uma das provas e manter a competitividade e fiabilidade do Kart. Por fim, o orçamento, o mais difícil. Listar todas as necessidades, compras, melhores opções e patrocinadores”.
A conversa continuou e falou-se do que Fábio Machado espera, quanto à competição. “Competir, para mim, tem sempre um limite, a segurança, a minha e a de quem está comigo em pista. Por tudo isso, a aposta foi muito significativa, tanto pelas alterações regulamentares obrigatórias como da minha própria segurança, com a utilização do sistema Hans”.
Um projeto interessante, que conseguiu apoios. Fábio, explica-nos como. “Hoje em dia, qualquer protejo que esteja no seu inicio, não chama por si só patrocinadores. No meu caso, reuni com amigos que me apoiaram e em mim confiaram para poder divulgar as suas marcas, produtos e serviços. Com a cooperação de todos, foi possível arrancar e criar as condições para fazer todo o campeonato. A eles, desde já o meu muito obrigado”.
Quanto a apoios, para a temporada de 2018 do PTRX, Fábio vai contar com Consultório Dentário Dra. Daniela Silva, Marjos Technology – Máquinas Industriais, Inovocorte . Corte e Quinagem de Chapa. Iberniz – Tintas e Vernizes, Transmaia – Transportes de Mercadorias, Finifolhas Venner – Folhas de madeira e derivados, Tecni Pjbl - Equipamentos de Pintura, José Luís Madeiras e Rangel Logistics Solutions.
E foi assim que terminou a nossa conversa com Fábio Machado, que este ano se estreia na radical modalidade, chamada Kartcross.

Maquete do Kartcross de Fábio Machado

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