Os regulamentos de Ralicross, na parte desportiva, agradam à esmagadora maioria dos pilotos, esperando-se que sejam mantidos esta temporada.


Contudo, muitos deles acham que deveria haver algumas modificações, que ainda mais os aproximariam do que é a modalidade.
Uma delas, tem a ver com meias-finais e finais. Pensam que nos deveríamos reger pelo que se faz no Mundial de Ralicross, e por muitos países por essa Europa fora. Especialmente, quanto às pontuações.
Isto porque, referem, não ter muita lógica que os pontos atribuídos após as quatro corridas de qualificação, sejam substancialmente menos, relativamente aos que a final oferece. Ou seja, competem em quatro qualificações, sempre dando o máximo, e o primeiro tem 16 pontos. Na final, numa só corrida, em que só se luta entre si e não também contra o relógio, o vencedor tem 25 pontos.
Como solução, seguirem-se os regulamentos do WRX e do EURORX, ou, como alternativa, regressar à pontuação que existia há umas temporadas atrás. Ou seja, 20 para o primeiro, 17 e 15 para os seguintes e depois retirar 1 ponto a todos os seguintes, diminuindo a diferença, para a pontuação após as mangas. Depois, seriam pontuados todos, até aos 16 primeiros classificados, independentemente de terem participado, ou não, nas finais.
Outra situação que urge, é fazerem-se regulamentos técnicos precisos e concisos, adequados à nossa realidade e a cada uma das categorias.
Por último, a criação de uma categoria, que o OffRoad Portugal já vem a propor há mais de duas épocas. Uma categoria até 2 litros, tração dianteira, para carros com ou sem homologação que, por exemplo, tenham VK’s ou quejandos. Carros esses que não possam correr em qualquer outra das categorias que já existem. Por exemplo, também serviria para os Super 1600, quando este já não pudessem correr na sua categoria.

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