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Foi em Lousada que se deu início aos Campeonatos de Portugal de Ralicross, Kartcross e Super Buggy.


Foi uma prova difícil para o CAL, pois em especial no domingo, foi muita a chuva que caiu e o frio que se fez sentir. Se no dia anterior já a pista se mostrou muito escorregadia, então no domingo transformou-se num autêntico “mar de lama”
Uma jornada que se iniciou no sábado, dia envolto em muita confusão, quase toda ela pelos erros da cronometragem.
Este ano, a FPAK contratou uma nova equipa. Equipa que parece não ter feito os “trabalhos de casa” e a confusão instalou-se. Quase todos os resultados tinham erros e já passava da meia noite, e muito, quando as classificações retificadas, foram afixadas.
No domingo houve mais alguns erros nos tempos, que culminaram com algumas das classificações oficiais a serem publicadas com lapsos.
Também no sábado, a entrada em pista, para os treinos oficiais, teve vários erros, pois não foi seguido o regulamentado.
Nesse dia, com vários atrasos, não se realizaria a segunda corrida de qualificação no CPRx.
No domingo, já com um ambiente mais calmo, as “coisas” foram normalizando.
De realçar a presença de muito público, em dois dias que mais apetecia ficar em casa, à frente de uma lareira. É forte a “afición”, pelos lados de Lousada, tanto quanto a pilotos, como a espectadores, que sempre fazem a sua presença em massa nas provas do CAL.
No momento em que escrevemos estas linhas, ao contrário do que solicitamos, só nos fizeram chegar as classificações oficiais, o que nos dificulta escrevermos sobre as várias corridas, de todo o fim de semana.

A primeira vitória de Reis, na Super Buggy
Nelson Barata foi o primeiro piloto a cortar a linha da meta, na primeira final da tarde. Contudo uma falsa partida e a respetiva penalização, por não ter cumprida mais uma Joker, atirou para o terceiro posto.
A vitória foi para Mauro Reis (HSport), o principal adversário de Barata, durante o fim de semana. Em segundo classificou-se o regressado Paulo Godinho (PG 0012), depois de uns meses de ausência, provocados pelo acidente que teve em Sever do Vouga, no ano passado.
Barata foi terceiro, seguido por Arménio Rodrigues (MXG) e Alexandre Tomás (Atmos Storm). De fora da final, por problemas mecânicos, ficou Miguel Mota (HSport).

Macedo na Iniciação
Na Iniciação, a vitória foi de Gonçalo Macedo (VW Polo), numa prova em só se apresentaram à partida três concorrentes. Macedo, que fez a volta mais rápida da final, terminou com mais pista de avanço sobre Rodrigo Correia (Peugeot 205), o segundo classificado que, na final, não teve o 205 em boas condições, pois o motor parecia não querer andar. Em terceiro, numa estreia em que demonstrou bons dotes de condução, classificou-se André Monteiro (Toyota Corolla).

Novo na Nacional
Na categoria Nacional, a vitória foi para João Novo (Peugeot 106), que não deu hipóteses aos seus mais diretos adversários. Em segundo, classificou-se Andreia Sousa (Peugeot 306), depois de mais uma excelente prova. Nuno Génio (Opel Kadett) foi terceiro, seguido de Luís Carvalho (Peugeot 206) que se defendeu de Nuno Pereira (Opel Kadett), quanto ao quarto posto. Ainda perto, César Fortuna (Citroën AX) foi sexto e último a terminar na volta do vencedor.
Paulo Sousa (BMW E30), numa pista impraticável para carros de propulsão traseira, e Adão Pinto (Opel Astra), ficaram pelo decorrer da segunda volta.

Cota, veio de Ourense para vencer
Na SuperCar, a vitória foi do galego Arturo Cota, que veio a Lousada experimentar o seu Seat Leon e aproveitou para vencer.
No segundo posto, queixando-se de uma transmissão partida, terminou Joaquim Santos, à frente de Multiclima, o terceiro classificado, que brindou o publico com muitas atravessadelas e piões.

Pedro Tiago continua imbatível
Pedro Tiago conquistou a sua nona vitória consecutiva, na Nacional A1.6. Oito na temporada transata e uma agora.
Com Tiago (Citroën Saxo) a assegurar a vitória, Leonel Sampaio (Citroën Saxo) foi o segundo a completar as sete voltas. Contudo, veria uma demasiado forte penalização ser-lhe aplicada, por um toque dado numa dobragem. Desceu para sexto.
No segundo posto, ficou Luís Morais (Peugeot 106), seguido de Américo Sousa (Citroën Saxo).
Seguiu-se Tiago Ferreira (Peugeot 106), em quinto, à frente de Sampaio. Com menos uma volta terminou Multiclima Júnior (Citroën Saxo). Leandro Macedo (Citroën Saxo) foi sétimo, com cinco voltas, à frente de Vítor Sousa (Citroën Saxo), que só completou uma volta, na final
A A1.6 foi das categorias com mais animação e espetáculo e com muitas trocas de posições.

Mais uma para Ribeiro
A penúltima final da tarde, foi a da Super 1600, a categoria mais participada do CPRx.
A vitória foi de João Ribeiro (Citroën Saxo) depois de dominar toda a final. Nos dois lugares seguintes, classificaram-se Ricardo Soares (Citroën Saxo), autor da volta mais rápida, e Mário Teixeira (Ford Fiesta). Sérgio Dias, na estreia do Renault Twingo, foi quarto, com José Eduardo Rodrigues na posição seguinte. Seguiram-se Hélder Ribeiro (Citroën) S2 e Joaquim Machado (Peugeot 208). Este penalizado por calcar as linhas de partida. Mas com tanta lama, será que alguém as via. José Queirós (Peugeot 206), com problemas no carro, encerrou a classificação da final.
Houve mais seis pilotos classificados, mas não fazem parte da classificação que nos foi entregue.

Bastos regressou a vencer
A final do Kartcross teve duas partidas, pois a primeira foi interrompida, devido a um acidente.
No CPKx, a vitória foi para a Capital dos Mirtilos, através de Nuno Bastos (ASK) que regressou ao Campeonato e venceu. No segundo posto, terminou o Campeão em título, Jorge Gonzaga (ASK), com o galego Mikel Vilas, o dono da La Base, no lugar mais baixo do pódio. Foi Pedro Rabaço quem foi ao pódio, nesta posição, mas seria penalizado em 30 segundos, por não ter ido à Joker. Baixou para oitavo. O quarto lugar ficou na posse de Rui Nunes (Semog), seguido por Pedro Rosário (Semog) e por Daniela Godinho (Semog). A jovem de Sintra, a continuar a demonstrar a sua rapidez.
Em sétimo, mais um espanhol, Diego Varela (La Base RX01). Rabaço foi oitavo, com Carlos Krieg (La Base RX01) em nono. Alexandre Borges (Semog Bravo), que foi o primeiro líder da final, foi décimo, com menos uma volta, seguido de João Matias (HSport H4), a quatro voltas, do estreante José Soares (ASK), de Fábio Machado (ASK), estes dois com menos cinco voltas.
Tiago Freitas (HSport), foi 14º, na prova, depois de não alinhar na segunda partida.
Juan Pena (La Base RX01 não alinhou na final
Volta mais rápida, na final, para Jorge Gonzaga.

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