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Foi publicado no passado dia 13 deste mês de maio o Regulamento Técnico do Open de Ralicross.
Ao contrário dos outros Campeonatos, o Regulamento Técnico do Open, aparece como um anexo, ao Desportivo.

Este regulamento, é pouco interessante e pouco chamativo, pois pelos carros que permite, parece um regresso ao passado.
Por exemplo, coloca na mesma categoria carros de tração total, de propulsão traseira, carros de tração dianteira, bimotores (que ainda há pouco tempo foram proibidos), turbo-comprimidos, etc.
Quanto a nós, uma divisão com estas características, é um grande passo atrás, no que é o Ralicross.
Desde há muito que achamos que seria necessária uma nova categoria, integrada dentro do Campeonato de Portugal de Ralicross, mas nunca com esta características.
Seria necessária uma categoria que permitisse carros de tração dianteira, até 2 litros de cilindrada. Carros esses que existem e que não podem correr em categoria nenhuma. Além disso, nela poderiam correr os 1600, desde que já o não pudessem fazer na Super 1600. E há alguns. Seria, até, uma forma de conseguir mercado, para esses carros.
Por exemplo, referindo os Super 1600, não está correto que, desde 2016, todos os regulamentos técnicos venham a afirmar que os carros que correram em 2014 e 2015, poderão fazê-lo até ao fim desse ano. Até ao fim do ano, desse regulamento técnico.
O mesmo aconteceu em 2016, em 2017, em 2018 e este ano. Perece pouco lógico que todos os anos seja prorrogado por mais um ano. Deveria sim, o regulamento afirmar que poderiam correr mais “x” anos, após o ano em que a extensão à ficha de homologação, tenha terminado. 
Isto, além de outras situações que merecem outro tratamento e que causam algum mal-estar, juntos dos pilotos.
Bem se pode afirmar, que merece mais o Ralicross.
Em breve, voltaremos a este assunto.

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