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O Ralicross Mação Verde Horizonte, que se realizou nos dias 29 e 30 do passado mês de junho, teve algumas situações que deveriam ser revistas.


A prova conheceu alguns momentos de emoção, em especial na categoria Super 1600, mas os horários levaram a que fosse uma jornada demasiado comprida e com intervalos excessivos. Foram poucas corridas, para um horário demasiado lato. Até porque era somente 49 os participantes e três das categorias do Ralicross, até tiveram uma única série, sempre.
Queixavam-se os pilotos, que estiveram demasiadas horas sem correr, sem que justificação houvesse, durante todo o fim de semana.

Demasiado regada
Antes da final da Super 1600, ocorreram momentos de alguma “fricção”. Os pilotos recusaram-se a entrar em pista, para formarem a grelha para a final. Pediram um intervalo mínimo de 15 minutos. Tudo porque as zonas de terra, estavam muito enlameadas, por demasiado regadas.
Nada os fez mudar de posição, até porque a razão estaria do seu lado. E a comprová-lo, foi o facto de terem mudado a final dos Super Buggy, para antes dos 1600. A lama era muita, com se podia ver na frente dos buggies.
Mesmo quando os Super 1600 entraram, ainda a pista se mostrava demasiado regada.
Terá que se mudar a forma com as pistas estão a ser regadas, principalmente para o Ralicross. São demasiado caros, estes Super 1600, para que se corra o risco de partir motores, por uma pista enlameada, em dias em que não choveu. A lama vai impedir o sistema de arrefecimento do motor de atuar devidamente.

“Capotanços”
A pista da Boa Vista é conhecida por ser aquela em que mais “capotanços” há, habitualmente.
É de enaltecer o esforço que a edilidade local fez, há umas épocas, ao asfaltar parte do traçado, que antes era só de Autocross.
Mas, depois, nada mais foi feito, para que se transformasse num verdadeiro traçado de Ralicross. Em várias zonas, haverá que colocar rails, ou outro tipo de proteção, que impeça que as rodas subam as bermas. Pois é isso, na maioria dos casos, que leva os carros a capotarem.

Sanitários
Já há muitos anos que este problema acontece. Nos sanitários mais antigos do circuito, em quase todas as provas, a fossa sanitária deve encher, pensamos nós, escorrem líquidos pela superfície e fica um cheiro nauseabundo, naquela zona.
Isto, além da falta de limpeza de que todos se queixam.
Haverá, dizemos nós, que resolver esta situação, já para a Taça de Portugal, que se realiza em novembro.

Controlar acessos
Duas situações ocorreram, e presenciadas por nós, que poderiam ser mais graves. A primeira, um reboque a entrar em pista, em sentido contrário. Santinho Mendes, ainda que já com a corrida terminada, bem se deve ter assustado, quando o encontra de frente, à saída de uma curva.
Outra situação, tem a ver com o local por onde saem os concorrentes, depois de terminadas as corridas. Deveria haver alguém a controlar possíveis entradas, não só de carros, mas também de algumas pessoas do público, que aproveitam para tirar umas fotos. Desta vez, até um carro entrou, quando os Super 1600, estavam a terminar uma série. Foi grave.
Estas são algumas situações, quanto a nós, que terão de ser melhoradas, o mais breve possível, se quiserem que o número de participantes aumente, e não diminua, nas próximas corridas.
Lembremos que, este ano, Mação teve 15 por cento menos de pilotos, que a prova a seguir menos participada. E, numa situação em que até houve duas estreias, absolutas, de pilotos.

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