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O Ralicross de Montalegre, que se realizou no fim de semana de 7 e 8 de setembro, merece mais algumas linhas, do que as já escritas.


A jornada decorreu dentro do horário previsto, com boas corridas, em especial na Super 1600. E terminou a horas bem decentes, pois pouco passava das 17, quando foi apresentada a bandeira de xadrez, á ultima final.
Também o pó, que deu alguns problemas em provas nacionais anteriores, esteve dominado, sem que houvesse excesso de regas.
Pena foi o número de participantes, que só por um passou das quatro dezenas. É muito pouco, mesmo quando só faltavam três provas, para o final do Campeonato. Uma situação que terá que fazer pensar, quem manda na modalidade.
A jornada montalegrense, conheceu alguns problemas. Houve situações que determinaram penalizações, mas houve várias outras que passaram sem elas.
Nas provas anteriores, também era usual a aplicação de penalizações em tempo, mas nesta jornada os critérios parecem ter sido outros.
Talvez assim aconteça, devido ao Circuito Internacional de Montalegre não ter, nas provas nacionais, câmaras de vídeo, para controlo das corridas. Isso torna difícil, ao Colégio de Comissários Desportivos, julgar qualquer situação dentro da pista. É, de todos os circuitos de Ralicross, o que nem uma única câmara possui.
Por outro lado, o acesso à pista, terá de ser mais controlado. Nesta jornada, muitas pessoas tiveram acesso a locais interditos, até mesmo à zona da grelha de partida, sem que para tal estivessem credenciadas. E houve problemas com isso.
Há que repensar estas situações, pois se calhar algumas delas, até poderão ter levado à ausência de alguns pilotos.

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