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Foi o que aconteceu nos Campeonatos de Portugal de Ralicross, Kartcross e Super Buggy, quanto ao número de participantes.


A jornada inicial dos referidos Campeonatos, que se realizou no Eurocircuito de Lousada, teve cerca de seis dezenas e meia de participantes. Seguiu-se Castelo Branco, que ficou a um dos 60. Depois foi Sever do Vouga, a ultrapassar as seis dezenas, muito próxima de Lousada. Foram as três primeiras provas e as três mais participadas do ano.
Na parte final, notou-se um decréscimo relativamente à primeira ronda. Um decréscimo de 12 e 15 por cento, relativamente à primeira passagem. E isso, refere-se a Lousada e Sever do Vouga que têm sido sempre das provas mais participadas.
Por exemplo, a jornada da Capital do Mirtilo, relativamente à época passada, teve uma lista bem mais pequena, mesmo depois de um “forcing” feito pelos homens do Vouga Sport Clube, a tentar cativar mais pilotos.
Este ano, foram oito as provas, com sete delas a pontuarem. Contudo, a prova a “deitar fora”, obrigava a uma presença. Era como se fossem a oito a pontuarem, quanto a custos.
Para o ano, ouve-se falar em 10 provas, mais a Taça e, dizem, parece que esta ideia vai vingar. Serão 10 jornadas, mas em que pontuarão somente as oito melhores.
São provas a mais, referem os pilotos que conhecem esta situação, até por um aumento de custos que será maior, proporcionalmente, relativamente ao aumento de duas provas.
Vejamos a Super 1600. Se repararmos nas Lista de Participantes, ou na sua média, poderemos afirmar que estão nelas bem mais de um milhão de euros de automóveis. Refira-se, também, que os atuais motores, custam três ou quatro dezenas de milhares, e que têm uma vida útil. Com mais duas provas, seguramente que vai ser necessária mais uma revisão ao propulsor. Pelo menos.
Certamente não nos enganaremos ao afirmar que uma época na Super 1600, em média, e sem percalços, deverá rondar os 50 ou 60 mil euros. Façam-se as contas e veja-se quais serão os custos para mais duas jornadas.
Claro que se falarmos das outras categorias, os valores serão diferentes. Mas os orçamentos de cada um, também o são.
A acrescer a tudo isto, o facto de somente 20 pilotos, nas três disciplinas, terem participado em todas as provas. Foram 11 nas cinco categorias do Ralicross, dois nos Super Buggy e sete no Kartcross.
Com estes números, como será possível que se pense em aumentar o número de provas? Já agora, responda quem saiba.
Esperemos que o bom-senso prevaleça, que a jornada de Baltar entre para o Campeonato, sem que seja aumentado o número de provas.
Tal como noutras disciplinas, que entrem provas que se candidatarem e que foram melhores do que as que pontuavam para os Campeonatos. Para tal, como foi combinado há duas épocas, que saia a que teve menos pontuação. Seja ela quem for e custe o que custar.
Não se pode é voltar a sacrificar uma modalidade, ou até acabar com ela, para se cumprirem situações pouco, ou mal explicadas.

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