Américo Sousa, Campeão de Portugal de Ralicross na Nacional A1.6, falou-nos da época passada.

O piloto lousadense arrecadou o título de Campeão, numa divisão muito disputada.
Quais as dificuldades que sentiu, devido ao Covid, foi a primeira questão colocada. “Não ter as pessoas que fazem parte do meu grupo comigo. Essa foi a principal tristeza. Em especial na prova de Lousada, onde normalmente o nosso paddock está cheio, com os amigos e família”.
Como correu este ano em termos de corridas, foi a questão seguinte. “A primeira corrida não correu muito bem. Mas os resultados foram melhorando, ao longo das provas. E os pódios foram aparecendo”.
Quanto ao melhor e pior momento da época, o piloto da Lousacapotas, apontou duas corridas distintas. “O melhor momento foi sem dúvida a prova de Lousada, que ganhei. Faltou, na prova, o público e os amigos para ser uma prova em beleza. Quanto ao pior momento, tenho de dizer que foi Sever do Vouga, por causa do toque que tive”.
Américo Sousa aproveitou para agradecer. “Agradeço ao meu mecânico, Óscar Nunes, e claro aos assistentes da equipa. Aos meus irmãos e pais, por todo o apoio que me dão. Uma palavra de agradecimento aos meus patrocinadores oficiais, Telfor, Talho Ferreira e Restaurante Belos Ares (mais conhecido como Restaurante do Luís da Reta). Não posso esquecer, o meu principal patrocinador, do qual sou também sócio, a empresa Lousacapotas.”
Quanto a projetos para a próxima época. “Para já não tenho planos para 2021. É tudo uma incerteza. Não sei se vou ou não participar no Campeonato de Ralicross”.
Para terminar, Sousa, agradeceu aos seus apoiantes. Desejando um excelente Ano Novo.

 

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