O que pouco que sei é que o meu marido, Rodrigo Vasconcelos, partiu de coração cheio, repleto com o amor que ele tinha pelo OffRoad e por todos vocês.

Partiu com todos os sentidos “encharcados em gasolina e cheiro de pneu queimado”, levou com ele um pouco de todos vocês, que com ele partilham o amor pelo Offroad.
Sei que deixou em todos vocês um pedacinho do amor que ele tinha pela modalidade.
Tenho a certeza que deixou de herança, a garra para lutarem por tudo o que ele tanto amava, como ele sempre lutou.
Sei que a vida dele não foi em vão. Muito mais que o homem, vamos sempre relembrar o teimoso e casmurro que lutou por uma modalidade, com “unhas e dentes” e até ao último dia.
Ele viu a última bandeira de xadrez, cabe a todos nós continuar a lutar para que a bandeira verde seja uma constante no Ralicross, Kartcross, Super Buggy, Autocross e Camião Racing.
Convido-os a ler AQUI um texto do meu cunhado, Pedro Gil Vasconcelos, publicado no Autosport.

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